quarta-feira, 18 de maio de 2011

Sem Fim

Sem fim,
Um início que sem começo
Fosse antes assim.

Milhões de corações destroçados
Em detrimento de meia dúzia de bolsos.
Enquanto uns morrem, esmorecem,
Outros nascem, enriquecem.

Com culpado evidente,
Só vê a verdade quem a sente.
Julgam não existir, os falsos,
Portugal Hipocrisia, sem espantos.

Todos frutos da mesma semente,
Uns com excessos, outros carentes.
Vejo jogar Abril, outra vez,
Revolta, mais uma, do povo português.

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